painel solar

Meio ambiente

Futuro do planeta

Em nome de todos os que se preocupam com o futuro do planeta, a Energlobo agradece aos seus clientes o contributo que deram ao investirem em energias renováveis.

A temperatura da Terra é o resultado de um equilibrio permanente entre a energia que atinge o planeta sob a forma de radiação solar e aquela que é reflectida ou radiada de volta para o espaço. A presença de gases de efeito de estufa na atmosfera (sobretudo CO2, mas também outros como o metano e os CFCs) provoca uma diminuição da quantidade de energia radiada para o espaço. Este efeito é fundamental para a vida na Terra, uma vez que sem ele a temperatura média na superficie do planeta seria extremamente baixa (18ºC negativos, em vez dos actuais 14ºC positivos). Contudo, tem também uma faceta negativa, já que o aumento da concentração de CO2 e outros gases de efeito de estufa por acção do Homem, resulta num aumento da temperatura média do planeta, com consequências potencialmente catastróficas.

Desde o começo da revolução industrial, em meados do secúlo XVIII, a concentração de gases de efeito de estufa na atmosfera tem vindo a aumentar cada vez mais rapidamente. Entretanto, em consequência do aumento do efeito de estufa, a temperatura média do planeta tem vindo também a aumentar. Hoje começam a ser visiveis sinais preocupantes, tais como o degelo dos glaciares, o recuo das calotes polares, a elevação do nível do mar e o aumento da frequência de tempestades, secas e inundações.

A Humanidade contribui para o aumento da concentração de CO2 na atmosfera através de dois processos: a queima de combustiveis fosseis (derivados do petróleo, carvão e gás natural) e a desflorestação. A queima de combustiveis fosseis é, de longe, o maior resnponsável pelo aumento da concentração de CO2. No entanto, é através deste processo que o Homem obtém mais de 85% da energia que utiliza actualmente.

Hoje em dia existem apenas três alternativas à queima de combustiveis fosseis: o aumento da eficiência energética, as energias renováveis e a energia nuclear. Na Energlobo acreditamos que a resposta para um futuro de prosperidade sustentável está na eficiência energética e nas energias renováveis. Ao investirem em soluções para aproveitamento de energias renováveis ou para aumento da eficiência energética, os nossos clientes estão a contribuir activamente para esse futuro.


O exemplo da microprodução

Em Portugal produz-se cerca de 50% da electricidade em centrais térmicas, a partir da queima de carvão, gás natural e outros combustiveis (o valor exacto varia bastante, em função da pluviosidade e eolicidade em cada ano). Um cliente que instale um sistema solar fotovoltaico de 3,68kW produzirá anualmente cerca de 5300kWh de energia eléctrica. Esta energia é consumida localmente (pelo próprio cliente, pelos seus vizinhos, etc.), de modo que deixará de ser necessário produzi-la remotamente em centrais térmicas. Evitam-se desta forma perdas nas redes eléctricas que, tipicamente, absorvem 8% da energia produzida nas centrais. Assim, quando um cliente instala um sistema solar fotovoltaico de 3,68kW, a produção nas centrais térmicas diminui em cerca de 5800kWh por ano.

Uma central térmica a carvão emite cerca de 0,9kg de CO2 por cada kWh de electricidade que produz. Se a diminuição da produção centralizada de electricidade acontecer numa destas centrais, o cliente estará a reduzir activamente as emissões de CO2 em mais de 5,2 toneladas por ano. Esta redução de CO2 equivale a plantar e manter durante várias décadas cerca de 500 arvores. Mesmo que a diminuição da produção centralizada de electricidade ocorra em centrais a gás (que emitem cerca de 0,36kg de CO2 por kWh de electricidade), a emissão de CO2 reduzir-se-á em mais de duas toneladas por ano. E o melhor de tudo é que ao dar este contributo estará também a beneficiar de um investimento rentável e seguro. Contacte-nos.


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